11 junho 2008

Outro dia desses peguei os meus poemas pra reler e me senti o maior idiota do mundo. Aliás, eu não... O idiota que os escreveu, porque certamente não foi eu.

Não sei se me senti bem ou mal. Mas foi prazeiroso e engraçado.

Senti saudades de escrever novamente, mas não consigo mais. Tenho que ficar contando com os respingos mentais que surgem de vez em nunca. Fazer o que...

P.S.: a casa nova ta legal. Falta só a organização...

Um comentário:

Anônimo disse...

Ah, nossos rabiscos nunca sao nossos. São sempre daquelas figuras tolas e momentaneamente apaixonadas pela vida na ilusão de alcançar o que sentem.
Bom/mau é que certas gotas de sentimento ainda cismam em respingar e nos cegar de vez em nunca.
Confesso, tb adoro reler os antigos manuscritos de minha estranha.