Eu não sei... Tem gente que gosta de poetizar e romantizar, pra usar uma palavra mais apropriada, certas coisas quando não existe nada de romântico. Uma coisa é romantizar o circo (só pra me defender da minha última poesia postada), a música (valeu Baia), ou qualquer outra coisa digna, mas romantizar o Méier!? O Méier tá cheio de problemas e o cara vem me dizer das pessoas amistosas e do sorriso do pipoqueiro...?! Porra, receptividade e hospitalidade, al[ém de não ser mais do que uma obrigação segundo as normas da boa educação, já são coisas eternamente aclamadas ao brasileiro, o que já me deixa assustado, porque se nós somos os mais hospitaleiros, imagina o pior...
21 janeiro 2008
Por um Méier mais romântico
O Méier carece de lazer. Aqui só tem bar e farmácia, o que não deixa de ser uma boa, já que a casadinha Cerva-Engov é boa, mas pra eu assistir um filme tenho que entrar em shoppings ou ir no Odeon, a 30 Km daqui. Há, tem a Linha Amarela também, que do jeito que as coisas vão, deve ser um ponto turístico dentro de 10 anos. Tem o maior índice de roubos de carro e de pedestres da cidade, tem comércio e ônibus até o cú do Judas. Tem farmácia (já falei isso?). Tem mercado a vera, e agora tem bastante laboratório e clínicas médicas, além de farmácias.
Como vocês podem ver, o Méier é um bairro digno de uma história dourada, a ser cantada em prosa e verso pelos melhores cronistas da cidade. Somos quase uma raça superior.
Pra quem quiser entender este meu aborrecimento, abaixo está o link da crônica que li e me deixou desse jeito.
Abraços farmacológicos direto do Méier
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