Sabe quando um sonho vem
E pede ao sono que o traga;
e quando o peito o sono afaga
deixando saudades do que não se tem?
Pois bem, os sons de longe chamam
Trazem imagens, risos, simpatias
e cantam belas e simples melodias
e poesias lindas ao sonolento, declamam.
Acalmam a alma, adormecem-no de vida
Absorto em fantasia, eis que dorme enfim
Dos risos desabrocham gargalhadas
Na tez petrificada; na imagem por ele erguida
Reside, não a certeza de um fim
E sim, a dúvida de rumar a qual estrada.
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Poesia minha e de Noemi
Feita em conjunto.
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