Gosto de sangue.
É vida e morte ao mesmo tempo,
é inicio e fim.
Fale!
Cuspa o sangue que ainda tem na boca.
Rasgue o peito para cair a dor que te consome.
Se essa veia que te entope os olhos nao te faz cair ao chão
cospe esse sangue;
finca as unhas no peito e rasga as vestes de pele,
e chora as tuas lágrimas vermelhas.
Escreve em sangue as tuas palavras doces
e dá adeus (arrivedérci) à flor do mal-me-quer.
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