Eu espero que isto me console.
Eu quero que isto me console.
Mas não sei se vai me adiantar.
Eu quero entorpecer em um sono duradouro,
hibernar em uma caverna de solidão.
Quero brincar sozinha.
Quero chorar sozinha esta dor inexplicável.
Quero fazer de mim uma garrafa no oceano,
com uma mensagem bem pequena,
que diga apenas a quem encontrá-la que eu existo.
Eu estou angustiada.
Não sei mais o que fazer.
Tudo é errado em mim;
tudo é torto em mim.
Não dá pra dormir aqui.
Não há sono que desfaleça o cansaço, porque não há cansaço.
Deixa-me brincar sozinha agora.
Vou chorar sorrindo,
afinal, sou criança.
Eu quero que isto me console.
Mas não sei se vai me adiantar.
Eu quero entorpecer em um sono duradouro,
hibernar em uma caverna de solidão.
Quero brincar sozinha.
Quero chorar sozinha esta dor inexplicável.
Quero fazer de mim uma garrafa no oceano,
com uma mensagem bem pequena,
que diga apenas a quem encontrá-la que eu existo.
Eu estou angustiada.
Não sei mais o que fazer.
Tudo é errado em mim;
tudo é torto em mim.
Não dá pra dormir aqui.
Não há sono que desfaleça o cansaço, porque não há cansaço.
Deixa-me brincar sozinha agora.
Vou chorar sorrindo,
afinal, sou criança.
Por M. L.
___________________________________
também em Quando Ela Quer Falar <http://quandoquerfalar.blogspot.com>
Nenhum comentário:
Postar um comentário