O branco, o alvo do teu olho
que, dizem, não enxerga nada,
engana aquele que se faz tolo,
que podendo subir, desce a escada.
Teus caminhos, aos quais me encolho,
teus caminhos são jornada.
Enquanto eu, sozinho, colho
lições aprendidas a ferroada.
Se a vida, em mais uma pedrada
tirar a vista de um caolho
tu enxergas além, imaculada,
estes desejos que sinto e recolho.
São saudades que tenho da amada
e do branco, do alvo do teu olho.
Um comentário:
a july diz...
eu amo vc.
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