25 novembro 2005

Ouvindo o Poeta falar

Meus dedos escorregando em teus braços proibidos
Exalando o perfume das vontades extremas
E o insaciável desejo da tua boca, meu Deus!
Como retive meu apetite de ti naquela noite!
Como controlei meus impulsos mais íntimos!

Tua boca de carne gritando pela minha
Tua testa pedindo um beijo afetuoso
E a tela jogando poesias que tocavam você e eu.
E os olhos ingênuos de quem não sabe e não pode
E eu e você entreolhando-nos sem precisar dizer

Fiz milagre em não forçar-te um carinho maior
Ouvindo o poeta falar de paixão intensa
Guardando o desejo pra depois, quiçá!,
Quando vou poder beijar tua boca com a vontade
Que no ínicio deste poema me impeliu à pena.

Um comentário:

Anônimo disse...

Como tentar responder?
Uns dizeres desses e eu só posso explicar uma coisa. O que você diz tira exatamente do meu âmago....

ai ai

adoro-te.

vamos beberrrrrrrrrrrrr hjjjjjj

uhuhuhuh